9.5.10

A vida corre-me bem III

Ontem bateram-me no carro.

Aceito contactos de bruxas, exorcistas e afins.

7.5.10

A vida corre-me bem II

As minhas chefes são umas queridas, contrato não há, mas novas ideias fervilham. Adeus, biblioteca. Olá, não sei muito bem o quê. Com os direitos que adquiri (not) nestes dois anos e meio, resta-me dizer que sim.

[Soa vagamente a progressão, mas também soa a imposição, por isso em mim desperta sentimentos ambíguos.]

23.4.10

A vida corre-me bem

Acabei de vir da missa.
Ontem em pleno IC19 o meu carro começou a fraquejar, era eu a carregar no acelerador e ele a parar. Dei-me por vencida e lá encostei. Claro que em primeiro lugar não pensei ligar para o reboque, o importante era comunicar à família que estava encostada à berma a sentir o carro tremer cada vez que algum carro passava por mim. Depois de os deixar em pânico conclui que ali não ficava e lá rumei ao estacionamento da faculdade. De onde já não o tirei mas onde o resgate se processou com muito mais estilo e descrição do que no IC19.
Hoje voltei ao fantástico mundo dos transportes públicos e acabei de vir da missa.
Seja o que for que está por trás disto, acho que já chega de penitências.

Update: O que parecia ser a morte do carro, foi apenas a morte de uma vela. Uffff

16.4.10

Sacro

Não fosse o preço pouco amigo de quem continua a recibos verdes, seguia a sugestão de uma amiga e oferecia esta escultura às minhas chefes:

Escultura "Nossa Senhora"

Aos senhores da Atlantis, e ao escultor em particular, os meus parabéns, seus malandrecos!

22.3.10

Celebrar a Primavera

Merecia fotos, mas não houve.
Domingo foi dia de total descontracção. Começámos pela nova exposição do Museu do Chiado, «Um percurso, dois sentidos», uma perspectiva global da colecção do museu, apresentada ao contrário. Seguiu-se o MUDE, uma estreia para mim e uma agradável descoberta. Duas visitas que me deixaram orgulhosa do que temos para oferecer.
Entretanto já nos sentíamos turistas e entrámos completamente no espírito. O almoço foi no miradouro de São Pedro de Alcântara e o café no Adamastor. Seguiu-se uma volta completa no 28 e um lanche para os lados do Carmo.
Lisboa é ainda mais bonita na Primavera ;-)

10.3.10

Imaginem um convento

Silencioso, pacato, com senhoras que se dedicam a Deus e aos doces conventuais.


Também era essa a minha imagem até que comecei a trabalhar num.
Neste momento estou à beira de uma intoxicação porque uma das minhas chefes resolveu fazer uma iguaria complicada: torradas. Há fumo por todo o lado e um cheiro insuportável.
Também já assisti a momentos em que se esquecem do fogão ligado e é vê-las num corrupio a ver quem é que o sabe desligar. Perante isto, não é de estranhar que de um modo geral tenham uma longa vida, supostamente servem a Deus, mas em tudo o resto são servidas.
Elas trabalham, seria injusto negá-lo, mas não são propriamente fadas do lar, as prioridades delas são outras.